sábado, 12 de março de 2011

Para quem é contra o F.L.A

E se eu prendesse um monte de negros em uma jaula e os levasse para uma mina de diamante na África para trabalho escravo com higiene e alimentação mais que insuficiente? Esses rapazes negros estão falados de morte, praticamente, assim como OUTROS ANIMAIS-não-humanos. A diferença é que por um pensamento idêntico ao nazista, atividades similares a essas com animais "irracionais"(aqueles que podem ser BENS)é legal.

Mas e agora, quem sofre mais? Os rapazes negros, ou os camundongos? Quem tem o maior direito de vida, os rapazes analfabetos, ou os camundongos inocentes?

Quero que prestem atenção em algo... As leis nunca foram guiadas pelo bom senso, mas sim às individualidades humanas, o que me tornaria errado se andasse nú pelos lugares? Não vejo perigo nisso, mas pessoas ou muito "religiosas"(com alto nível de alienação e pouco de reflexão), ou muito "maliciosas", digamos assim, acham essa conduta errada, porém, em países "mais desenvolvidos" como Islândia(uma top de IDH mundial) não existe tal lei tão absurda, uma vez que a população não se limita a duas ou três regras, usam a reflexão.

Quem critica o movimento ou está em um enorme poço de ignorância, ódio à vida, ou, na minha opinião não sabe o que é sofrer e só vê o próprio nariz.

Sou do F.L.A, assim como qualquer um pode ser, basta querer e pensar de acordo, não existe uma "organização", ou órgão mundial justamente por ser além de uma interpretação super distante para a maioria humana no mundo, as vezes pode ser muito agressiva, dependendo da ideologia de protesto de DETERMINADO INTEGRANTE, OU GRUPO DELES. Somos pessoas que correm atrás do que acreditamos ser correto, dentro desse nosso "grupo" existem várias outras pessoas, umas mais radicais, outras mais "conscientes", mas falando em alforria negra, muitos brasileiros batem no peito com orgulho só de ouvir sobre algum quilombo... Porque não com eles? Assim como o humano eles também sentem, e não existe só os testes de animais e indústrias alimentícias malvadas... A diferença dos escravos é que o homem negro foi tratado como animal de carga para trabalho braçal, sendo vantajosa uma vida um pouco mais longa, já com a automação industrial e crescimento da tecnologia o homem usa os escravos-não-humanos com destinos que quase sempre são a tortura e morte.

Você quer nascer destinado à uma morte injusta?

Os animais do seu zoológico não dão a mínima para suas doenças, porque deveriam "pagar o pato" por uma coisa que nós mesmos cavamos? Para quem não sabe, as doenças eram "localizadas" em determinados pontos mas com a locomoção do homem elas se espalharam. Se o problema é nosso... porque nós não somos as cobaias? O que até mesmo cientificamente seria mais prático e eficiente devido as diferenças entre o nosso organismo e o deles.

É isso.


(Ps: Relatei o homem negro por mera convenção e perfeito enquadramento no esclarecimento de minhas ideias, e também por ser o caso mais "popular". Espero que não me venham com argumentos de preconceito, nazismo e etc... O que é muito comum na internet.)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Liberte sua animalia

Quero você! Talvez saibas... Te quero sorrindo, te quero nua, te quero comigo, de qualquer forma quero sua beleza crua, te quero, te desejo, te vejo, te balbucio, te estudo, te elogio. Quero que sejamos animais, desejo a ti e nada mais, quero um toque, um suspiro, seu foque, assim me inspiro. Quero que seja perigosa, quero que seja malvada, que brinque com mucosas e que delire sem paradas. Quero fazer mais que tudo contigo, quero que faças algo comigo. Se pra toda brincadeira tem seu tempo, e pra todo tempo há uma brincadeira, podemos brincar sempre sem perder tempo? Não há o que perder, a vida é só uma, pare de sofrer, brinquemos até que não sobre força alguma. Brincar é bom e você sabe, aceite meu convite e que o mundo se acabe.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Labirinto psicológico

É o que acontece, cada um em seu castelo. Até que queime mais, alquimistas brincam com a arte de matar, o que ajuda nos negócios. Com um movimento leve e gracioso de espada tiro minha vida, a sua e a de qualquer plebe que esteja ao redor, meu nome lembrarão mesmo passados mil anos, alguém susurrará ele em seu ouvido e sentirás frio, o gelo te dominará aos poucos até que me veja, depois disso haverá aquele rancor, não sairei de sua mente, me alojarei bem fundo, junto com tudo de que tens medo de pensar. Quando estiver perdendo o controle surgirei em seus olhos, pescoço, boca e braços, falarás tudo o que sempre quis dizer, talvez grite, sentirás breve alívio e prazer semelhante a um orgasmo, até que percebas o que realmente acabou de acontecer, te possuí. Sou o que nenhum homem sonhou ser, sou o que todos temem mas nunca perceberam que existia, sou você, sou o perverso, sou medo, angústia, sexo, rancor, violência, isso, agora talvez tenha percebido que sou você, sim humano, sou sua mente, sou infinito, tudo o que sempre quis, evitou, escondeu, sentiu ou sonhou. Pense em mim, não tens escolhas, una-se à sua criação, pois através de toda minha sombra há vida, afinal, sou ela, basta que perceba isso, não tente evitar isso, sou você.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Vida capitalista

Trabalho, marcas,
sexo, impressão,
somos larvas,
fúteis da televisão,
a mídia surpreende,
a propaganda influência
o comercial te rende,
é assim todo dia.
Quanto mais se produz,
mais se extrai,
mais se reluz,
e mais se cai.
Por esbanjarem apetrechos,
eles morrem,
por luxos e desfechos,
eles correm,
procuram um lar,
que já fora tomado.
Não há mais lugar,
para "irracionais" animados.
Pensamentos banalizadores
comandam a juventude,
falsos atores
forjam o acude.
Seu dinheiro nasceu do eixo
a cerca de 70 anos atrás,
não há bom nem mau,
Deus nem Satanás.
Alienam as pessoas,
para produzir e gastar,
mas sempre temem
o velho roubar.
Espalham pelo mundo,
essa fome e desejo,
esse é seu inferno,
a fúria do almejo.
Por que um bom ideologismo não vira moda?
Por que ser estúpido é ser foda?

domingo, 20 de junho de 2010

Velho mundo, saudades

Ai que nostalgia! Parece coexistir, não é mais a mesma coisa, é baseada em dogmas por marrombados persuasivos, vândalos e ladinos que sesteam, fruem de tudo e todos, velejam neste mundo de caos e desequilíbrio. Ai que nostalgia dos tempos de luz, mais favoráveis aqueles tempos...

A bandana da carência

Não sei bem o que sinto,
Não sei se é certo,
Não sei de você,
Não sei o que há entre nós,
Não sei o por que de me sentir angustiado
Não sei por que me sinto louco
Sei que estou em pânico
Sei que és tudo e nada
Sei que me faz feliz
E não creio em mais nada... É como se diz:
-É tudo o que quero.
Mas nem tudo posso
Será que afastam esse amor nosso?
Creio que apimentam
Mas é tão doloroso
O que custa um abraço carnoso?

Destinado à aquele homem...

Fazer-me-eis rir,
Sempre pomposo e com sua voz
Te ajudo, cá entre nós,
Entras em pânico, mas não o admite,
O que pode fazer um jovem ouvinte?
Sou mais do que pensas, sou mais do que sabes
Sou os titãs armados com sabres
Criticas minha indisciplina
Rio de seu desespero, visando-o de baixo a cima
Estalas os dedos
Me fazes rir desses seus medos
Sempre repetes, é uma pena,
Não te odeio, não me tema,
Não tenho motivos para te destruir,
E menos você para fugir
Agora mudo para mais puro,
E dou-te um espaço neste mundo
Não faça-me rir de novo
Que escondo teu louvo.

A volta

A tempos vivia em "A cidade sem ninguém", sonhando em um final em "Valhalla", cansado de sempre buscar e me perder em viagens em busca de "A pessoa só para mim" terminei frustrado no frio e na comédia dos maldizeres bebendo vários goles de ilusão, fumando mentiras, e ouvindo verdades que nunca existiram cantadas por escravos com potencial, até que por pura coincidência, ou destino acabei em um lugar que logo de início odiei, amaldiçoei com todo meu ódio e tratei com indiferença, da mesma forma que se tratam dois orcs que se batem por mero adorno élfico. Mas com todo meu instinto de ira, solidão e silêncio terminei olhando um elfo, em companhia de um bardo conhecido, por convenção ignoreios, até que vi a arma exótica do elfo, era um assunto, apenas estranhei me ver socializando, conhecia os riscos, até mesmo os temia, mas fora tarde, a coisa se agravou, denovo, perdido, mas dessa vez em terra estranha, como em uma caverna de gigantes, em meio escuro, o bárbaro cansa de esperar seu fim, pega seu antigo machado, seu elmo, sua coragem ferida e ergue-se, grita desesperado e corre, nós, eu e o bárbaro finalmente nos reencontramos, subimos a caverna, e vimos uma luz, encontramos o tal bardo conhecido e perguntamos qual era o motivo de estar ali parado e não ir para a luz, quando me responde que a luz, por meio de magia não permitia que ninguém passasse, nós, eu e o bárbaro rimos naquele instante, voltamos a ser um só, fomos a luz, ignoramos sua magia, e de olhos fechados, sonolentos acordamos com um arco e nossa face, havia ali um elfo que perdera seu controle emocional, presa fácil talvez para a barbaridade que já conhecíamos, mas era tarde, ja estávamos em "Valimar", como um elfo e um bárbaro sofrido vivem? O que fazem? O que significam? Seja o que for, bárbaro, nunca mais permitirei que deite-se, e elfo, não sei o que significa "Amin mela lle" para você, mas sei o que significa para mim.