domingo, 20 de junho de 2010

Destinado à aquele homem...

Fazer-me-eis rir,
Sempre pomposo e com sua voz
Te ajudo, cá entre nós,
Entras em pânico, mas não o admite,
O que pode fazer um jovem ouvinte?
Sou mais do que pensas, sou mais do que sabes
Sou os titãs armados com sabres
Criticas minha indisciplina
Rio de seu desespero, visando-o de baixo a cima
Estalas os dedos
Me fazes rir desses seus medos
Sempre repetes, é uma pena,
Não te odeio, não me tema,
Não tenho motivos para te destruir,
E menos você para fugir
Agora mudo para mais puro,
E dou-te um espaço neste mundo
Não faça-me rir de novo
Que escondo teu louvo.

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